Selecione o mês: Janeiro / 2017

  1. ABS apresenta novidades na Bateria Leite Europeu
    Fonte:ABS Pecplan

    A bateria de touros de Leite Europeu da ABS já iniciou a apresentação das novidades para 2017. Logo após a divulgação do Sumario Dezembro 2016, foi iniciada a formatação da linha de produtos para atender as necessidades do mercado. O novo catálogo será lançado no próximo mês, mas alguns anúncios já foram feitos.

    “Novos touros foram incorporados para atender a demanda e vários outros permanecem no nosso portfólio, visto a consistência genética, mesmo após a divulgação das provas por filhas”, comenta Marcello Mamedes, gerente de Produto Leite Europeu da ABS.

    Entre as novidades, está: BOURBON, o novo número 1 da ABS com sêmen disponível no Brasil para GTPI. Agora com + 2811, o touro é especialista nato em produção, com valor próximo de 2400 lbs de leite e um total de 155 lbs de proteína e gordura combinado e Mérito Líquido Vitalício de 878$. “BOUBON ainda apresenta excepcionais índices de saúde como +5.7 para Vida Produtiva, 2.71 de Score de Células Somática, 2.7 de DPR e um parto de apenas 7.1%, sendo indicado para novilhas”, comenta o gerente da pasta, ressaltando que a bateria também conta com BUTLER, irmão completo de Bourbon, que é 5* no índice RWD Fertilidade.

    Quem também estreia na bateria é o touro CHEVY, totalmente focado em saúde, sendo +7.4 para Vida Produtiva, + 6.2 para DPR, apenas 2.7 para escore de Células Somáticas, e um parto extremamente fácil, sendo 6.6%. “CHEVY transmite estatura mediana e produz filhas com força leiteira e bom sistema mamário. Além disso, é 4* no índice RWD Fertilidade e tem um PTA LEITE de + 755 lbs de leite”, completa Mamedes. Para quem procura características de saúde, outros touros também se destacam na nova bateria como MORELL, HURST e GUAPA.

    Para saber mais sobre essas e outras opções de genética disponíveis para 2017, acesse: https://www.abspecplan.com.br/noticia/2785

    Data: 19/01/2017
  2. Semex Brasil apresenta novidades no lançamento do Catálogo de Leite Nacional 2017
    Fonte:SEMEX

    Atenta ao atual cenário do mercado brasileiro, a Semex Brasil reforça sua busca constante por tecnologias e novidades que agreguem ao dia a dia do produtor. Por isso, em 2017 a empresa apresenta uma bateria com o que há de mais moderno e inovador no mercado, possibilitando um impulso na seleção genética dos rebanhos nacionais.

    Além das classificações e dos descritivos familiares de cada touro, o catálogo conta ainda com o selo dos programas Sexado (geração de mais novilhas) e A2A2 (produção de leite antialérgico), ou seja, caso o animal faça parte de algum destes programas, haverá uma sinalização, indicando que o sêmen desse reprodutor conta com opções diferenciadas ao produtor. E é com o selo A2 que a Semex lança uma grande novidade para o mercado.

    Percebendo a crescente demanda por touros A2A2 homozigotos a Semex desenvolveu a marca A2 - oferecendo um leite menos alérgico e com maior teor de gordura, proteína e rendimento superior nos processos industriais. Animais com a marca A2 são geneticamente testados através de seu DNA, portanto, garantem a transmissão do alelo A2 para a progênie.

    Outras novidades:

    Este ano a bateria de touros Nacionais, conta com série de touros classificado entre os primeiros nos rankings PNMGL e PMGG. Entre os destaque está Thor FIV da Prata JAC 5/8 líder do grupo 2016 do Programa de Melhoramento Genético do Girolando, além de Atleta Cocho D'Água e Otton FIV da Palma que se destacam entre os TOP 10 do Programa Nacional de Melhoramento Genético.

     

    Thor 5/8 é filho de Harmonia Terra Vermelha (8.631 kg), considerada uma das matrizes 1/4 mais importantes do cenário nacional.   Sua avó materna foi Grande Campeã Nacional 2007 e Campeã do Torneio Leiteiro da Megaleite com 76,85kg/leite. "Esse incrível reprodutor tem produzido matrizes de muita qualidade, destaque para o refinamento leiteiro, profundidade, excelentes úberes e muita produtividade, não é à toa que se classificou como o líder do PMGG", afirma o gerente de Produto de Leite Nacional, Christian Resende Milani.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Atleta, é um filho de Sansão de rara beleza, consagrou-se Campeão SuperAgro, em 2010, também chama atenção pela consistência de sua família. Atlanta sua irmã inteira produziu 45,84kg/dia no Torneio Leiteiro Passos 2012. Ioga, sua irmã completa, foi a Melhor Novilha Megaleite 2016. "Os resultados desse reprodutor demostram toda a sua qualidade. Um exemplo é sua filha Ética, que foi Res. Campeã Fêmea Jovem do Torneio Leiteiro e na pista, na Expoagro Franca 2015produzindo mais de 29 Kg/dia", relatou Christian.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Otton, provadíssimo entre os Top 10, possui um pedigree único no mercado:  Sansão X Profana.  Considerado o melhor touro provado entre os filhos de Profana, forte opção para quem almeja matrizes de muita produção leiteira.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Excelência e inovação nos produtos ofertados são exigências seguidas por toda a equipe Semex. Por isso, o sêmen coletado na Central Tairana - empresa que integra o Grupo Semex - passa por um rigoroso processo de controle de qualidade, desde a coleta até a industrialização do material: o Padrão Ouro de Qualidade exigido pela Semex Global. 

    Para o mercado fica a certeza de poder contar com a melhor equipe técnica do setor e uma bateria excepcional, com a qualidade e resultados que só a Semex garante. Entre em contato com o regional mais próximo de você e garanta a melhor genética para o seu rebanho: https://goo.gl/DsK2cb

    Clique e acesse o Catálogo de Leite Nacional completo:

    Data: 19/01/2017
  3. Morre Bitrem, destaque da bateria Braford da CRV Lagoa
    Fonte:CRV Lagoa

    Reprodutor sagrou-se campeão em todas as exposições que participou

     

    Morreu no dia 15 de janeiro o touro Pitangueira Bitrem, destaque da bateria Braford da CRV Lagoa.

     

    O reprodutor sagrou-se campeão em todas as exposições que participou, finalizando sua carreira em pista com os mais importantes prêmios da raça: Grande Campeão Nacional 2012 e Grande Campeão Expointer 2012.

     

    Bitrem tem se mostrado um excelente pai de cabana, produzindo animais com baixo peso ao nascimento e de crescimento excepcional, além do destaque para caracterização racial.

     

    O reprodutor iniciou os trabalhos de coleta de sêmen na CRV Lagoa em 2012 e a Central e os proprietários têm reserva de doses, que, em breve, deverão ser disponibilizadas ao mercado.

     

    “Temos certeza que o Bitrem ainda vai contribuir muito com a raça Braford e com a pecuária nacional”, destaca Cristiano Leal, gerente de produto Corte Europeu da CRV Lagoa.

     

    Sobre a CRV Lagoa

     

    Instalada em Sertãozinho, região nordeste do Estado de São Paulo, a empresa faz parte desde 1998 da CRV, cooperativa belgo-holandesa de melhoramento genético com 140 anos de história. Com sede na Holanda, a CRV está presente na África do Sul, Alemanha, Bélgica, Brasil, Espanha, Estados Unidos, Luxemburgo, Nova Zelândia e República Tcheca e conta com representantes em mais de 50 países.

     

    Maior central de genética bovina da América Latina, a CRV Lagoa oferece, desde 1971, sêmen convencional e sexado de touros nacionais e importados, programas de melhoramento genético para rebanhos de corte e leite como o PAINT e o Gestor Leite, além de serviços como o Centro de Performance, Ensino Avançado, Insemina Fácil, entre outros. Mais informações: www.crvlagoa.com.br.

    Data: 17/01/2017
  4. Inseminação artificial: 6 dicas para não errar no processo - See more at: http://www.publique.com/b
    Fonte:Sfarming

    Pecuaristas devem se preocupar com assepsia, treinamento e cuidado com materiais usados durante o processo de inseminação

    A inseminação artificial é uma técnica muito usada por pecuaristas brasileiros para conseguir crias de rebanhos de corte ou estimular a produção de vacas leiteiras, após a prenhez. Um dos motivos para a adoção da tecnologia é que, dessa forma, o produtor tem mais controle sobre o rebanho do que se realizasse a cobertura de maneira natural. “A técnica é consagrada. A vaca é inseminada 12 horas após a detecção do estro [cio] ou, quando da utilização de protocolos de indução do estro, 16 horas após a administração do agente indutor da ovulação”, diz Mayra Ortiz Assumpção, professora e pesquisadora da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP).

    1 – Como é feita a inseminação?

    Mayra explica que, para o processo da inseminação, é preciso descongelar uma palheta que contenha sêmen e montar um aplicador. A vaca a ser inseminada deve ser higienizada e o aplicador é introduzido pela vagina do animal. O técnico ou veterinário que estiver realizando o procedimento deve guiar o aplicador por palpação retal, até que o aplicador ultrapasse toda a cérvix do animal. “A deposição do sêmen deverá ser feita no corno uterino”, orienta a pesquisadora. O corno uterino é a região do útero da vaca onde ocorrerá a gestação.

    2 – Com que frequência pode ser realizada?

    A inseminação artificial pode ser realizada sempre que a vaca apresentar estro, ou seja, o cio. O processo não oferece nenhum risco à saúde do animal desde que seja realizado por um técnico capacitado. “No entanto, um animal que seja inseminado repetidas vezes sem emprenhar, deve ser avaliado o motivo. Se a vaca não está ciclando, se é o sêmen, se é o inseminador”, conta Mayra. Ela explica que a eficiência reprodutiva é calculada pela taxa de concepção em relação a prenhez, que varia de 1,5 a 3 doses por prenhez. “Ou seja, num sistema eficiente, um animal que passou por três inseminações artificiais e não emprenhou deve ser retirado do rebanho”, afirma.

    3 – Preparando a vaca para a inseminação

    Antes do processo de inseminação, é preciso garantir que a alimentação e o manejo do animal estejam adequados. Sem isso, a inseminação não terá bons resultados. Também é preciso realizar a detecção do cio corretamente ou fazer um protocolo de inseminação em tempo fixo nos animais. Para a inseminação, Mayra explica que a vaca precisa ser contida em um tronco. O profissional realizando o procedimento precisa retirar o excesso de fezes do reto da vaca e limpar a região perivulvar e perianal. Depois, descongelar a amostra de sêmen, montar o aplicador e introduzi-lo pela vagina do animal.

    4 – Cuidados com o sêmen

    O sêmen utilizado deve vir de Centrais de Colheita e Processamento de Sêmen que sejam credenciadas pelo Ministério da Agricultura (MAPA). Além disso, deve ser armazenado corretamente em botijões de nitrogênio líquido, que precisam ter os níveis verificados frequentemente para evitar danos. O sêmen deve ser descongelado como recomendado pela central, imediatamente antes da inseminação. Mayra diz que, normalmente, a palheta de sêmen é descongelada em água a 35-37°C por 30 segundos. “A palheta não deve ser descongelada no bolso do inseminador, ao ar, ou qualquer outra maneira pois isso inviabiliza o sêmen”, afirma.

    5 – Buscando eficiência

    É importante que a inseminação seja realizada por alguém capacitado, para que tenha mais chances de funcionar e não prejudique o animal. “A técnica para bovinos é considerada transcervical profunda, pois deve passar todos os anéis cervicais e a deposição do sêmen é no corno do útero”, diz Mayra. Portanto, para ter domínio suficiente da técnica, o profissional realizando a inseminação precisa ter treinamento na área. No caso de quem realiza Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), é necessária a orientação de um Médico Veterinário.

    Além disso, Mayra explica que é preciso capacitação frequente da mão de obra envolvida no processo, materiais de boa qualidade e procedência e higiene em todas as etapas. Também é fundamental cuidar de outros aspectos do rebanho e não focar somente no processo da inseminação. “Antes de se pensar em realizar uma biotécnica, o rebanho precisa estar sanitariamente e nutricionalmente atendido”, afirma. 

    6 – Problemas enfrentados

    A pesquisadora conta que o principal problema é a detecção do cio de forma errada. Por causa disso, aumenta cada vez mais o número de adeptos aos protocolos de sincronização e indução da ovulação, como o IATF. Outro erro é que o pecuarista não faça seleção correta dos animais que serão inseminados. “Ela [inseminação artificial] não faz milagres, vacas magras, doentes, com histórico de problemas reprodutivos, não ficarão prenhes”, afirma Mayra.

    Além disso, não avaliar o sêmen antes da estação de monta pode diminuir a eficiência da inseminação ou desorganização no controle das vacas inseminadas. Por exemplo, se uma vaca que já estava coberta for inseminada, o animal pode sofrer abortamento.

    Por Carolina Barros | Sfarming

    Data: 12/01/2017
  5. ASBIA foi destaque na última edição da Revista ABCZ
    Fonte:Revista ABCZ

    O mercado de inseminação artificial e as ações da ASBIA para popularizar o uso da tecnologia de inseminação artificial no Brasil foram destaque da última edição da revista ABCZ. O presidente da ASBIA, Sérgio Saud, fala sobre os benefícios da técnica, destacando os ganhos econômicos e na qualidade do rebanho.
    Confira a matéria em https://issuu.com/revista_abcz/docs/abcz_95_bx

    Data: 12/01/2017
 
 

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